Um canal de fibra ótica,atinge 512Gbps de conexão

A Deutsche Telekom, companhia de telecomunicações alemã, está realizando testes do projeto OSIRIS (Optically Supported IP Router Interfaces), que visa desenvolver novas formas de lidar com a demanda de banda larga. A empresa atingiu uma velocidade de 512Gb por segundo, usando um único canal de fibra ótica, batendo o recorde de maior velocidade de transferência de dados no mundo.

Ao pegar um pacote de dados e enviá-lo de Berlim a Hannover, numa distância de 367km, os pesquisadores bateram recordes tanto na ida quanto na volta. O percurso total teve 734km de distância.

Os cabos de fibra ótica são compostos por diversos canais. Pegando como exemplo os modelos usados pela empresa alemã, que possuem 48 canais, poderíamos ter uma velocidade de 24,6 Tb por segundo, segundo o site GigaOM.

Contextualizando, agora há a possibilidade de envio de uma coleção com 3696 CDs através de apenas um cabo de fibra ótica ao mesmo tempo, em apenas um segundo. E mais: vale lembrar que esses cabos têm a espessura de um cabelo humano.

Não há previsão para a chegada no mercado da conexão de super-velocidade testada pela Deutsche.

by- OlhaDigital

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LCD transparente é criado pela Samsung

A Samsung preparou aquilo que poderá muito bem ser o futuro das amostras de produtos. Criando um LCD transparente, a empresa espera dinamizar os negócios como quiosques ou amostras de lojas criando uma interatividade completamente inovadora tornando aquelas chatas publicidades estáticas no que estamos habituados e sejam muito mais interessantes.
Parece que temos aqui mais um passo na direção de um mundo mais parecido com o retratado em Minority Report. Imaginem uma amostra de ma loja de roupa em que temos modelos animados com roupas sempre mudando, ou uma amostra de um produto tecnológico, como podemos ver na fotografia, em que podemos ver as características e ao mesmo tempo o dispositivo.
Ainda não há uma data para a chegada ao mercado. O primeiro exemplar é um ecrã de 22 polegadas que está mostrado na imagem e a Samsung deixou transparecer que um modelo de 46 polegadas já se encontra em produção.
Os painéis irão ter versões em preto e branco e a cores, e terão um contraste de 500:1 com WSXGA+ de 1.680×1.050 pixels de resolução.
Utilizam portas HDMI para a recepção de imagem, têm portas USB e usam a luz ambiente no seu funcionamento, o que permite uma redução do consumo de energia.

 

Um notebook sem tela e com design diferente

O designer coreano Won-Seok Lee apresentou um conceito diferente de notebook. O modelo dele simplesmente não tem tela.

Extremamente futurista e arrojado, o segredo do B-Membrane, como foi batizado, é um projetor polarizado capaz de direcionar o display em qualquer superfície.

E quando o computador não está em uso, o projetor ainda funciona com vários efeitos de luzes diferentes.

O formato é extremamente curioso. Alguns afirmam que é inspirado no sistema de som de três caixas da JBL, outros dizem que mais parece o Soundsticks, da Kardon. Outros simplesmente consideram que o protótipo é inspirado em naves espaciais. De onde veio a inspiração, ainda não se sabe ao certo. Dê uma olhada nas imagens e tire suas conclusões.

O teclado é tão surpreendente quanto o projetor. Ele fica na base e só é exibido quando se precisa dele, como uma membrana que aparece e desaparece – daí o nome. O notebook ainda tem leitor ótico embutido.

É difícil encontrar detalhes sobre o B-Membrane pela web. Fato é que não há nenhum tipo de previsão, nem mesmo é possível saber se a fabricação do modelo é viável.

By:  tecmundo

O que é isso mesmo? Crianças…

Em um mundo onde muitas crianças aprendem a digitar antes mesmo de aprender a escrever, o que elas achariam de objetos que foram grandes novidades ontem, mas já viraram peças de museu hoje?

O Itaú fez o teste ;-)

Câmera espiã escondida em um inocente carregador

Vai ser praticamente impossível alguém desconfiar que está sendo filmado se a câmera espiã estiver escondida em um carregador de bateria – e, se desconfiar, você sempre pode alegar paranóia mesmo!

Pois essa câmera se aproveita da inocência do carregador para gravar até 32 horas de vídeo em seu cartão de 4GB de memória. O mais legal é que você nunca vai desperdiçar tempo de filmagem, pois ele possui um sensor de movimentos (ela só vai começar a gravar se alguém se movimentar no ambiente).

By-TecnoTrekos

Os 65 anos do primeiro computador

Hoje em dia um iPhone na mão de uma criança é um brinquedo manipulado com extrema naturalidade. Quem nasce na era do touch-screen não imagina que está diante de um velhinho que, nesta segunda-feira (14), completa 65 anos de vida: o computador digital. A data marca o lançamento do Eniac (abreviação de Electrical Numerical Integrator and Computer), desenvolvido na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre 1943 e 1946. A importância do Eniac está em ser o primeiro computador eletrônico digital que calculava em larga escala.

“O Eniac foi o primeiro do tipo desenvolvido nos Estados Unidos em um projeto bem sucedido e predecessor de computadores importantes para a evolução dessas máquinas”, afirma Maria Cristina Ferreira de Oliveira, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, o projeto inicial previa o investimento de US$ 150 mil, mas acabou custando US$ 400 mil. “Na época, para criar qualquer máquina era necessário mihões de dólares”, conta Maria Cristina.

Computadores e a guerra

Engana-se quem imagina que, na década de 1940, os pesquisadores pensavam em elaborar um computador para uso pessoal. Essas máquinas se desenvolveram significantemente com a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O Eniac, por exemplo, foi criado para calcular tabelas balísticas. “Os americanos queriam saber como deveriam posicionar seus canhões para certar o alvo. Antes do Eniac, esses cálculos exigiam grande esforço humano, sistematizado e automatizado com o computador e que também reduziu erros”, explica a professora.

O Eniac demandava muita mão de obra. Ele ocupava uma sala com 300 m2, tinha 2,5 m de altura e pesava 30 toneladas. Possuía 17.470 válvulas que esquentavam e , por queimarem, sempre tinham que ser substituídas. Ele era programado fisicamente por um painel repleto de plugues e chaves – conforme a posição delas, ele executava uma tarefa.

Os dados eram inseridos por meio de cartões perfurados, sendo que o resultado era apresentado em um painel repleto de luzes, chaves e cabos que acendiam ou apagavam de acordo com a função. Realizava cinco mil operações aritméticas por segundo. De acordo com o Computer History Museum, localizado na Califórnia, Estados Unidos, em uma década esse trambolho fez mais contas do que a humanidade inteira tinha feito até então. “Hoje, qualquer calculadora de engenharia é mais rápida que ele”, conta Maria Cristina.

História do computador

No livro “Introdução à Programação com Ada 95”, o autor Arthur Vargas Lopes conta que as avós dos computadores eram as máquinas de somar no início do século 17. Em meados de 1800, criou-se uma conhecida como “difference engine” que definiu o conceito de computador digital mecânico controlado por programa, que incorporava uma unidade aritmética, uma unidade de armazenamento, mecanismos para leitura e gravação de cartões perfurados para impressão”.

Segundo o museu Computer History Museum, o censo de 1890 nos Estados Unidos, com cerca 63 milhões de habitantes, não teria terminado antes de 1900 se não fosse criada a máquina de tabulação que lia dados gravados em cartões perfurados. Inspirado na ideia, em 1934, o computador Mark 1, projetado na Universidade de Harvard, multiplicava dois números de 23 dígitos em seis segundos – um computador atual faz o mesmo em menos de um segundo.

Depois do Eniac, nasceu o Edvac com memória binária – como são os computadores atualmente -, marcando o aparecimendo dos modernos computadores digitais. O Edvac, diferentemente do antecessor, usava a mesma memória para armazenar dados e programas sem a necessadade de alterações na parte física (espécies de manivelas). Em seguida, veio o Univac, primeiro computador comercial. “Antes, os computadores eram essencialmente usados em ambientes acadêmicos e de pesquisa”, explica Maria Cristina. “Países, bancos, grandes coorporações tinham interesse nele, já que fazia cálculos funcionando em diferentes contextos”, completa.

A demanda pelo computador crescia em meados de 1950. Na época, os interessados reservavam horas para usá-lo. Até que vieram os mainframes, que poderiam ser comprados por um preço mais acessível, mas deveriam ser mantidos em salas refrigeradas. Para aplicações acadêmicas, foram criados os minicomputadores e, em seguida, os microcomputadores e os computadores pessoais (PCs). Até chegarmos ao que conhecemos hoje. Veja a evolução dos computadores, com fotos do Computer History Museum:

 

By – yahoo

Cérebro só consegue administrar 150 amigos em redes sociais, diz estudo

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, este número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de “Número de Dunbar”, que estabelece que o tamanho do neocortex humano – a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem – limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades – de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de “amigo” é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano.

Ao se questionar se o “efeito Facebook” teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não.

“É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real”, afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal The Times.

“As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros.”

Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente.

“Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato”, explicou.

 By: BBC