Protocolo IPv4 atingiu seu limite!

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É o fim da internet!

Aconteceu nos últimos dias o que já era previsto para esse ano, chegamos ao número limite de IPV4 distribuídos na internet. O protocolo de navegação IPv4, desenvolvido nos anos 1960 e adotado como padrão em 1981, atingiu seu limite de navegação. Dessa forma, não será mais possível obter novos endereços de IP utilizando este formato.

“Quando a internet foi projetada, parecia improvável que o número de endereços IP seria um problema. Entretanto, o limite do IPv4 foi ficando claro ao longo dos anos”, declarou o diretor do consórcio, Axel Pawlik.

Baseado em 32 bits, o IPv4 possui limite de 4,3 bilhões de combinações de endereços. Com o advento de smartphones e tablets, essa capacidade se tornou insuficiente.

Agora, o antigo protocolo passa a ser substituído pelo IPv6, capaz de oferecer 340 undecilhões (ou 3.4×10 elevado a 38) de combinações. A mudança não deve afetar os usuários.

by:[info.abril]

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Um canal de fibra ótica,atinge 512Gbps de conexão

A Deutsche Telekom, companhia de telecomunicações alemã, está realizando testes do projeto OSIRIS (Optically Supported IP Router Interfaces), que visa desenvolver novas formas de lidar com a demanda de banda larga. A empresa atingiu uma velocidade de 512Gb por segundo, usando um único canal de fibra ótica, batendo o recorde de maior velocidade de transferência de dados no mundo.

Ao pegar um pacote de dados e enviá-lo de Berlim a Hannover, numa distância de 367km, os pesquisadores bateram recordes tanto na ida quanto na volta. O percurso total teve 734km de distância.

Os cabos de fibra ótica são compostos por diversos canais. Pegando como exemplo os modelos usados pela empresa alemã, que possuem 48 canais, poderíamos ter uma velocidade de 24,6 Tb por segundo, segundo o site GigaOM.

Contextualizando, agora há a possibilidade de envio de uma coleção com 3696 CDs através de apenas um cabo de fibra ótica ao mesmo tempo, em apenas um segundo. E mais: vale lembrar que esses cabos têm a espessura de um cabelo humano.

Não há previsão para a chegada no mercado da conexão de super-velocidade testada pela Deutsche.

by- OlhaDigital

As suas senhas são fortes o suficiente?

Se você quisesse esconder dinheiro, você deixaria um papelzinho amarelo brilhante preso na base do seu teclado, com instruções de como achar o dinheiro? E que tal em cima do seu monitor? Ou debaixo do seu telefone?

É claro que não. Mas o fato é que um número surpreendente de pessoas anota suas senhas e as mantém exatamente nesses lugares mais óbvios, esperando que o primeiro ladrão que aparecer as encontre. Fazemos isso porque é difícil lembrar todas as senhas que temos, o que só piora no caso daquelas que mudam todos os meses. Então, é claro, nós as anotamos em pedaços de papel e temos que nos lembrar de onde os guardamos.
Os 6 lugares mais populares (e, assim, os piores) para esconder senhas

A pior coisa que você pode fazer, em termos de segurança, é anotar suas senhas e guardá-las em algum lugar debaixo da sua mesa ou da cadeira. Mas muita gente faz isso! Estes são os lugares mais populares:

  • Embaixo do teclado
  • Embaixo do mouse pad
  • Embaixo do telefone
  • Embaixo da mesa
  • No monitor
  • Na primeira gaveta

A melhor memória é aquela na sua cabeça

Qualquer um que trabalhe em segurança de TI vai dizer isto: nenhuma senha é 100% segura, mas o melhor lugar para guardá-las é na sua cabeça – memorize-as. Então, o que você tem que fazer é criar senhas fortes que você não vai esquecer.

E este é o problema: a maioria das pessoas tem medo de que, a menos que suas senhas sejam curtas e simples, eles as esquecerão. Eles escolhem seus próprios nomes ou os nomes de seus filhos; seus endereços; seus aniversários; sequências comuns de números, como 88888888 – e usam uma senha só para tudo, para todas as contas online. (Isso obviamente não é uma boa ideia, pois, se um hacker conseguir sua senha, tentará usá-la em todas as contas.) Erroneamente, eles acham que não são importantes o suficiente para que os hackers queiram suas informações, não percebendo que os cibercriminosos são implacáveis: eles irão pegar tudo o que quiserem, independente de quem você é; em alguns segundos, eles podem roubar sua identidade, seu dinheiro e sua reputação.

E isso é bem fácil para eles. Um “adivinhador de senhas” disponível comumente, por exemplo, pode descobrir 24% das senhas usando apenas 100.000 combinações e pode testar centenas de milhares de senhas em apenas UM SEGUNDO.

Suas senhas são fortes o bastante? Teste-as aqui, na Central de Proteção e Segurança Microsoft.

Dicas úteis para ajudar você a criar senhas ultrasseguras

  1. Sua senha deve ser longa e complexa. A Microsoft recomenda que a senha tenha 14 caracteres, pelo menos. Misture letras maiúsculas e minúsculas, números e pontuação. Quanto maior a variedade, melhor.
  2. 2. Não use palavras inteiras que aparecem no dicionário (em qualquer idioma), mesmo de trás para frente ou abreviadas, ou sequências comuns de números.

3. Não use aniversários ou números de passaporte, seus ou de alguém da sua família.

4. Um bom método é escrever uma sentença inteira – mas em código. Funciona assim:

  • Escolha uma frase que tenha um significado para você e que você não vá esquecer – por exemplo, “eu quero ir para casa às 5 horas da tarde”.
  • Transforme a frase em uma série de letras, usando a primeira letra de cada palavra: “eqipca5hdt”.
  • Coloque algumas das letras (por exemplo, as da primeira metade do alfabeto) em maiúsculas: “EqIpCA5HDt”.
  • Digite uma letra como o “E” como um número: “3qIpCA5HDt”.
  • Use @ em vez de “A”: “3qIpC@5HDt”.
  • Coloque mais dois números de que você irá se lembrar no meio: “3qIpC@195HDt”.
  • Coloque pontuação: “3qIpC@19??5HDt” (14 caracteres)

Como memorizar senhas

Um pesquisa de 2007 com 3.000 pessoas[1] mostrou que um terço dos participantes com menos de 30 anos não conseguiam se lembrar de seus próprios números de telefone. Não resta dúvida do porquê de acabarmos anotando nossas senhas nos monitores! Nós simplesmente nos tornamos muito dependentes de acesso rápido à tecnologia. Infelizmente, não existe uma solução simples: se você quiser se lembrar de suas senhas, terá que treinar sua memória.

Mas, se você tiver muitas senhas para lembrar, uma coisa que você pode fazer é manter a “sentença” da senha igual e adicionar três letras do nome do site – por exemplo, “3qIpC@19??5HDtYaH” (Yahoo!) ou “3qIpC@19??5HDtFaC” (Facebook) ou “3qIpC@19??5HDtBaN” (banco).

Fácil para você; difícil para os hackers. A Verificação de Senha da Microsoft considerou “Fortes” as senhas que criamos acima. Provavelmente, você pode fazer ainda melhor.

[1] Ian Robertson, Professor de Psicologia do Instituto de Neurociência e Escola de Psicologia do Trinity College em Dublin, Irlanda

Empregabilidade – Windows 8, Ubuntu 11.04, Java 7… Aonde isso vai parar

    Ser da área de informática é estar bem informa(tiza)do, não, isso não é um bordão, isso uma simples realidade. Se você pretende ser dessa área ou está nessa área deve acompanhar a marolinha Tsunami de mudanças que ocorrem anualmente. Sim, o bom e velho Windows 98 já nem existe, porém o número 8 logo estará de volta, Conectiva? acho que agora se chama Mandriva (pelo menos era até o ano passado) e quem domina esse mundo é uma palavra Africana que significa “Humanidade”, Java? Não é mais da Sun, alias nem existe mais a Sun pois agora é Oracle, assim como o Delphi que agora pertence a Embarcadero e minha saudosa Borland nem sei mais onde anda. Um tal de Android anda por aí fazendo um bip-bip e atrapalhando a toda poderosa Apple (com sua Maçã mordida), dizem inclusive que o mascote do Android não deveria ser um Robozinho, mas um Bichinho de Maçã. E assim caminha os softwares.

   Alias, caminhar é uma forma bem legar de falar “correr a passos largos”, pois na parte de hardwares a febre dos Tablets e Smartphones contaminaram essa área, então hoje a portabilidade dos sistemas devem escorrer entre: Smartphones, Tablets, Netbooks, Notebooks e Desktops com suas milhares de configurações, se antigamente ter três sistemas operacionais já era complicado, imagina hoje em dia com diversos dispositivos e suas variadas de configurações. Isso sem contar com os novos aparelhos que estão despontando por aí, como carros mais inteligentes, televisões que acessam a rede, GPS e suas infinitas possibilidades, entre outros brinquedinhos que deve fazer a alegria de muito marmanjo nesse natal.

    Ops, estou me esquecendo das novas profissões, o pobre do Analista foi subdividido em diversas especializações, tais como, Analista de Negócios, Analista de Requisitos, Analista de Métricas, é inconcebível hoje que um Gerente de Projetos que não tenha no mínimo um PMP acompanhado de um ITIL v3 e Cobit com conhecimentos de Metodologias Ágeis e para o Programador que agora é um desenvolvedor, algumas certificações, conhecimento de Web Services, UML, RUP e mais um monte de sopa de letrinhas que juntando dão um belo caldo.

    Então estou aqui como um corvo é pintando um futuro negro (somente com tinta preta), não é bem assim, o pessoal da informática também está na crista da onda, tão antenado, alguns ganhando razoáveis salários, basta observar a revista Forbes e veja quantos caras de informática estão lá. Além disso, muitas coisas que estão despontando ele já está careca de saber e dominar e isso faz dele uma pessoa que pode treinar hoje para montar um negócio que irá estourar daqui a alguns anos. Quer uma prova?

O cara da informática sabe muito bem que o seguinte vídeo não tem nada de ficção:

Obrigado! Fernando Anselmo

Computação em nuvem é o novo vilão do aquecimento global para o Greenpeace

Primeiro foram as indústrias. Depois foi o excesso de carros nas ruas. Até mesmo a flatulência das vacas virou alvo dos ambientalistas em suas críticas para impedir o aquecimento global. Agora é a vez da queridinha da vez da indústria de tecnologia, a computação em nuvem.

Segundo o Greenpeace, armazenar e processar informações via internet em grandes data centers gera uma enorme demanda de energia. A ONG prevê que se esses centros de computadores de grande porte e as redes de telecomunicações continuarem a se expandir com a velocidade atual, irão consumir em 2020 a metade do atual uso de energia dos Estados Unidos, um volume superior aos consumos da França, Alemanha, Canadá e Brasil juntos.

“Conforme a nuvem cresce, o apetite da indústria de TI por energia só irá crescer, então esta indústria precisa se tornar uma forte defensora de soluções de energia renovável e leis que reduzam a poluição que gera o aquecimento global”, disse Casey Harrell, promotor do Greenpeace, em um comunicado oficial.

A organização cita como exemplo a Apple, que comprou um data center de dimensões inéditas para a companhia em sua preparação para atender a demanda por serviços no iPad. Também apontou que o Facebook está construindo um novo centro de computação que será abastecido por energia gerada principalmente por carvão. Como caso de empresa que está se comportando bem, mencionou o Yahoo, que construiu um data center que é abastecido por uma hidroelétrica.

“Essas empresas tem poder para influenciar políticas que as permitam crescer com responsabilidade”, afirmou Harrell. “O setor é essencial para atingir as metas de clima ao criar soluções inovadoras para reduzir as emissões e aumentar a eficiência energética. Mas, dado o crescimento da nuvem, a indústria de TI também precisa controlar seu próprio impacto.”

O relatório “Faça TI Verde: Computação em Nuvem e Sua Contribuição Para as Mudanças Climáticas” pode ser baixado em inglês no site oficial do Greenpeace”.